FAQ da Atlas Safe

Pensando em oferecer uma experiência mais completa a Atlas Safe criou esta página de Perguntas Frequentes.

Aqui você encontra respostas para as principais dúvidas sobre nossos produtos, sistemas de proteção contra quedas, linhas de vida, normas técnicas, treinamentos, projetos e serviços.

Imagem Atlas, borda arredondada
1. Qual a diferença entre Fator de Quedas e Zona Livre de Quedas?

Fator de Queda mede a severidade da queda, sendo a relação entre a distância da queda e o comprimento do sistema de conexão. Já a Zona Livre de Queda (ZLQ) é a distância mínima necessária abaixo do trabalhador para evitar colisão com obstáculos ou o solo.

A principal referência é a ABNT NBR 16325, que trata dos dispositivos de ancoragem.

A ABNT NBR 16325 é a principal norma para dispositivos de ancoragem utilizados em edificações.

A principal norma regulamentadora é a NR-35 – Trabalho em Altura.

A principal referência é a EN 795, norma europeia para dispositivos de ancoragem.

Devem ser considerados cargas de queda, forças resultantes, número de usuários, flecha do sistema, resistência estrutural, fator de segurança e zona livre de queda.

PLH (Profissional Legalmente Habilitado) é o profissional responsável por elaborar, validar e assumir tecnicamente projetos e cálculos relacionados aos sistemas de proteção contra quedas. Trata-se de um profissional com formação reconhecida e registro no conselho de classe competente, como CREA ou CAU, quando aplicável. Entre suas responsabilidades estão a análise estrutural, dimensionamento dos pontos de ancoragem, definição dos componentes do sistema e emissão da respectiva ART ou documento equivalente. Em sistemas de linhas de vida, o PLH é fundamental para garantir que a solução atenda aos requisitos normativos e ofereça segurança aos usuários.

Garantir a tensão correta da linha de vida e permitir inspeção visual rápida da condição do sistema.

Menor peso, facilidade de instalação e capacidade de absorção de energia através da deformação controlada.

Talabarte, abertura do absorvedor de energia, altura do trabalhador, deslocamentos do sistema e flecha da linha de vida.

A flexível utiliza cabos ou cordas e apresenta deformação durante uma queda. A rígida utiliza trilhos ou estruturas rígidas, reduzindo deslocamentos e flechas.

Normalmente utiliza-se a sigla da norma seguida do número, como NR-35, NBR 16325 ou NBR 16489.

Porque as forças transmitidas ao trabalhador e à estrutura podem ultrapassar limites seguros em caso de queda.

A NBR 16489 recomenda que a força transmitida ao trabalhador seja inferior a 6 kN.

Ponto dorsal, peitoral, ventral e laterais de posicionamento.

SPIQ (Sistema de Proteção Individual contra Quedas) é o conjunto de equipamentos destinados a proteger individualmente o trabalhador contra os riscos de queda em altura. O sistema não é composto por apenas um equipamento, mas pela integração de diversos elementos que trabalham em conjunto para interromper ou reter uma queda com segurança.

Normalmente o SPIQ é formado por:

Sistema de ancoragem;
Elemento de ligação (talabarte, trava-quedas retrátil ou trava-quedas deslizante);
Cinturão de segurança tipo paraquedista.

A NR-35 e a NBR 16489 estabelecem critérios para seleção, uso, inspeção e manutenção desses componentes. Para que o SPIQ funcione adequadamente, todos os elementos devem ser compatíveis entre si e utilizados conforme as especificações do fabricante e do projeto.

SPCQ (Sistema de Proteção Coletiva contra Quedas) é o conjunto de medidas, equipamentos e dispositivos destinados a eliminar ou reduzir o risco de queda para todos os trabalhadores expostos a uma determinada atividade. Diferentemente do SPIQ, que protege individualmente cada usuário, o SPCQ atua de forma coletiva, protegendo simultaneamente todas as pessoas presentes na área de trabalho.

Exemplos de SPCQ incluem:

Guarda-corpos;
Redes de proteção;
Plataformas de trabalho protegidas;
Fechamentos de aberturas;
Barreiras de proteção;
Sistemas coletivos temporários contra quedas.

A hierarquia de controle prevista pela NR-35 determina que as medidas coletivas devem ter prioridade sobre as medidas individuais. Por isso, sempre que tecnicamente possível, deve-se adotar um SPCQ antes da utilização de sistemas individuais de proteção contra quedas.

Porque apresenta elevada resistência à corrosão e excelente durabilidade em ambientes agressivos

Porque os ensaios destrutivos podem comprometer a integridade do sistema e gerar riscos estruturais.

Dispositivo de ancoragem de peso morto que não necessita fixação permanente à estrutura.

Materiais sem certificação, componentes improvisados ou incompatíveis com o sistema projetado.

Análise de Risco (AR), Permissão de Trabalho (PT), ASO, certificados de treinamento e inspeção dos equipamentos.

O talabarte em Y é indicado para movimentação com transposição de ancoragens. O retrátil reduz a distância de queda e é usado quando há necessidade de menor fator de queda e maior mobilidade.

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